• Waisser Botelho diz que foi chamado na sede da Polícia Federal por causa de patrocínio que recebia da empresa de Mohamad Mustafa

    Segundo Waisser a enfermeira Jennifer Nayara o acusou de receber R$16 mil mensais decorrente de um contrato que ela havia intermediado.
    18/12/2017 15h17 - Actualizado 19/12/2017 16h06

    Foto: reproducción


    Escribiendo POST AM

    O colunista social e jornalista Waisser Botelho, esclareceu que não cometeu nenhum crime e que o motivo de seu comparecimento à sede da Polícia Federal na última quarta-feira (13) no desenrolar da operação “Custo Político”, deflagrada pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União, foi por causa de um contrato de patrocínio com a empresa Salvare.

    A operação investiga o pagamento de propinas a servidores e agentes públicos feitos por chefes da organização criminosa descoberta na operação Maus Caminhos, deflagrada ano passado. A Salvare pertence ao médico e empresário, Mohamad Mustafa, apontado como líder da organização criminosa especializada no desvio de recursos públicos do Fundo Estadual de Saúde do Amazonas e em sonegação fiscal.

    A empresa (Salvare) patrocinava meu programa de TV com o valor de R$5 mil. Tudo constando de um contrato oficial, com declaração no imposto de renda”, esclareceu o colunista social.

    Ainda segundo Waisser, seu depoimento foi para esclarecer a delação premiada da a enfermeira Jennifer Nayara Yochabel Rufino Corrêa da Silva, ex-presidente do Instituto Novos Caminhos, que afirmou que ele recebia R$16 mil mensais decorrente de um contrato que ela havia intermediado.

    Ela mentiu para justificar a redução de pena que pleiteia. Não tinha nenhuma prova contra mim”, afirmou Waisser.


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