Sessenta quilos mais magro, Mouhamad Moustafá diz que não se adaptou à comida do presídio e pede alimentação externa

O empresário afirmou que a alimentação no presídio “chegou ao limite do insuportável” e ele não consegue comer a dieta que é ofertada.
07/09/2019 16h08 - Actualizado 8/09/2019 13h16

foto: reproducción


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O médico e empresário, Muhammad Mustafa, apontado como líder da organização criminosa que desviou recursos milionários da saúde do Amazonas investigados na Operação Maus Caminhos, está 60 quilos mais magro e disse em depoimento à juíza federal Ana Paula Serizawa, Mouhamad que não se adaptou à comida oferecida no Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), onde está preso desde dezembro de 2018.

De acordo com o empresário a alimentação no presídio “chegou ao limite do insuportável”, ele não consegue comer a dieta que é ofertada no local e pediu para receber alimentação externa, benefício que foi proibido na unidade prisional.

Mouhamad afirmou que o único alimento servido no presídio que ele consome é pão que ele complementa com água para conseguir sobreviver. Quando era permitido a família dele levava pães e frutas.

“Eu tentei os dois únicos tipos de dietas que tem lá no presídio, que é a dieta normal e para o doente. Eu não consegui me adaptar, eu vomitei várias vezes”, contou o médico que também relatou que se continuar a ingerir a alimentação servida no CDPM corre risco de pegar doenças altamente mortais como esofagite de refluxo e câncer de esôfago.


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