• Produção de etanol vai gerar 36 mil empregos no AM, afirma Josué Neto

    Os investimentos só foram possíveis devido às medidas do Executivo Estadual que flexibilizou a legislação ambiental do Estado.
    08/11/2019 09h10 - Actualizado 8/11/2019 18h26

    Foto: divulgar


    Escribiendo POST AM

    El presidente de la Asamblea Legislativa de Amazonas, Josué Neto, disse nesta quinta-feira (7), que a exploração do milho e a produção de biocombustíveis no Amazonas anunciadas pela empresa Millenium BioEnergia vão gerar pelo menos 36 mil novos empregos no Estado, divididos entre Manaus e os municípios de Rio Preto da Eva e Itacoatiara.

    A empresa Millenium BioEnergia anunciou na última quarta-feira (6) investimentos de R$ 4,4 bilhões nas áreas de abrangência da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

    Além da geração de emprego e renda, que atingirá aproximadamente 4 mil famílias, o presidente da Aleam, pontuou a arrecadação de impostos como uma das molas propulsoras na melhoria dos números econômicos do Amazonas. “É uma cadeia produtiva, vai gerar impostos. Serão arrecadados impostos, que estarão sendo revertidos na melhoria da vida do nosso povo do Amazonas”, pontuou Josué Neto.

    De acuerdo con Josué Neto, os investimentos só foram possíveis devido às medidas do Executivo Estadual que flexibilizou a legislação ambiental do Estado. Para el, os entraves ambientais vinham ao longo das décadas, atrasando e prejudicando o desenvolvimento sustentável da região, e citou como exemplo, o impasse que durante anos impossibilitou a exploração de gás natural, no município de Silves (distante 19,1 kilómetros de Manaus).

    O parlamentar destacou que o Estado vem cuidando bem da relação público/privado, lembrando o caso da empresa Eneva S.A que realiza a exploração do gás natural de Silves que é enviado para Roraima e em breve deve atender o mercado amazonense.

    Cana-de-açúcar

    No discurso desta quinta-feira (7), Josué Neto, também parabenizou a decisão do Governo Federal de revogar o Decreto n° 6.961/2009, que proibia a plantação de cana-de-açúcar na Amazônia e no Pantanal. A decisão foi divulgada na tarde dessa quarta-feira (6).

    Segundo o presidente da Aleam, ao tomar a decisão o Governo Federal atende o clamor de todos que lutam para que o Estado desenvolva outras matrizes econômicas, sem deixar de lado a preservação da fauna e flora. “Aliar a produção, as tecnologias é necessário, para que a gente possa produzir levando, conforto, emprego e renda para que os jovens amazonenses saiam das drogas e entrem no mercado de trabalho. Isso também vai valorizar muito a produção e o desenvolvimento sustentável no Estado”, dijo Josué Neto.

    * Con información de la Oficina de Prensa.


    *** Si estás a favor de una prensa totalmente libre e imparcial, colaborar disfrutando de nuestra página en Facebook y visitando frecuentemente el AM POST.


    Facebook

    economía

    Contacto Terminos de uso