Ministério Público vai recorrer de decisão que anula acusação de pedofilia contra Adail

Adail está preso desde 2014 por favorecimento à prostituição infantil.
20/12/2016 15h49 - Atualizado em 21/12/2016 12h48

Foto: Reprodução


O juiz da Comarca de Coari, Fabio Lopes Alfaia, determinou a nulidade das provas colhidas pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM), no processo que acusa Adail Pinheiro, ex-prefeito do município, e outras seis pessoas, do crime de pedofilia. Nesta terça-feira (20), o procurador-geral de Justiça, Fábio Monteiro, declarou que vai recorrer da decisão.

No Diário Oficial, a justificava apontada para a anulação dos processos é de que, na época da investigação, Adail Pinheiro ainda era prefeito, tinha foro privilegiado e, por isso, não poderia ser investigado pelo Ministério Público sem autorização do Tribunal de Justiça. O Ministério Público vai recorrer da decisão ainda essa semana.

Adail está preso desde fevereiro de 2014, e cumpre prisão domiciliar desde novembro deste ano, com o uso da tornozeleira eletrônica. Segundo o Tribunal de Justiça há 43 processos públicos contra Adail, além disso, há processos que correm em segredo de Justiça.

Fonte: Redação AM POST


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