‘O povo não pode eleger ao Senado quem teve oportunidade de fazer e não fez’, diz Hissa

Segundo o presidente do Partido Democrático Trabalhista no estado, já passou o tempo da população se conformar com promessas de ex e atuais senadores.
26/09/2018 11h56 - Atualizado em 26/09/2018 18h00

Foto: Reprodução


Candidato pela primeira vez a uma das vagas do Senado, o deputado federal Hissa Abrahão (PDT) afirmou que a população amazonense tem que abrir os olhos para não se deixar levar pelo discurso de políticos que não têm o pensamento alinhado às reais necessidades políticas, econômicas e sociais do estado.

O parlamentar comentou que há mais de 20 anos o povo vem sofrendo as mazelas de um má administração pública e falta de vontade política em colaborar com projetos que façam evoluir em todos os aspectos, os setores da cidadania.

“Nós vivemos um drama na nossa sociedade com pais de famílias endividados e sem oportunidades nenhuma de sustento. O povo está cansado disso, e de  mentiras e políticos malintencionados que só pensam em reeleição para não sair do poder; e quando tem  a oportunidade de provar que estão ao lado do povo, vão lá no Planalto e votam a favor  de propostas absurdas como a Reforma Trabalhista, que não tem benefício nenhum ao trabalhador de classe média. O povo não pode eleger ao Senado quem já teve oportunidade de fazer e não fez”, apontou Hissa.

PEC da morte

Um outro ponto que o candidato ao Senado pelo PDT também comentou foi a questão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, que ficou popularmente conhecida como a “PEC da morte”, por congelar os investimentos público na saúde, educação entre outros setores por 20 anos e teve aprovação da Câmara dos deputados de candidatos ao Senado pelo estado.

“É muita cara de pau um candidato ao Senado dizer que tem propostas para a educação e saúde; mas votar a favor dessa tragédia. Como vai mostrar soluções para o ensino defasado e para a saúde pública desfavorável que o país apresenta, se nem sequer tentou reivindicar essa ação?”, questionou o deputado federal Hissa Abrahão, que foi contrário à proposta.

Com informações da Assessoria

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