Pelo menos 17 mortes foram registradas em oito dias no Amazonas

Só entre janeiro e julho deste ano, 564 mortes, entre homicídios e latrocínios, foram registrados no Amazonas. O dado é da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP).
24/09/2018 12h35 - Atualizado em 24/09/2018 19h40

Foto: Reprodução


Entre os dias 16 e 23 de setembro, o Amazonas registrou uma onda de violência, com pelo menos 17 mortes, entre elas, a de Melkzedek Monteiro de Oliveira, 33, que levou quase 30 tiros, no último domingo, 23, enquanto participava de um baile funk no Mauazinho, zona Leste de Manaus. “Melk” é tido como o sucessor de um dos maiores traficantes do Amazonas, o João Branco, e era um dos líderes da facção criminosa Família do Norte (FDN).

Além dele, no sábado, 22, o corpo de Cleiton da Silva, 21, foi encontrado em um bueiro, no bairro Cidade de Deus, Zona Norte, por moradores, que recorreram a funcionários da Secretaria Municipal de Obras (Seminf), que fazia a limpeza de um igarapé próximo. Ele levou 25 facadas. Segundo familiares, Cleiton era usuário de drogas e estava em frente de casa com amigos, horas antes de ser morto. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros investiga o caso.

Também no sábado, 22, o funcionário da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Raimundo Nonato Cunha, 68, foi morto, no bairro Monte das Oliveiras, zona Norte, por uma dupla de usuários de drogas, durante uma tentativa de assalto. O caso revoltou moradores da área. Os acusados foram presos pela polícia.

Com informações da Assessoria

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