Procuradora aposentada é baleada durante assalto na sede da prefeitura de Manaus

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, lamentou a falta de segurança.
24/01/2020 18h07 - Atualizado em 25/01/2020 15h55

Foto: Reprodução


Redação AM POST*

A procuradora aposentada Rejane Helena Pinheiro Cabral dos Anjos, 72, foi roubada e baleada, por dois bandidos, no braço ao sair de uma agência bancária existente na sede da Prefeitura de Manaus, bairro Compensa, zona Oeste, na manhã desta sexta-feira, 24/1. Os criminosos fugiram do local, com a bolsa da vítima, em motocicleta de placa não identificada.

Em média, dez guardas municipais atuam, por turno, na segurança patrimonial da sede da Prefeitura de Manaus. Foi a própria Guarda Municipal que acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), que rapidamente chegou ao local, e também a Polícia Militar, que em poucos minutos enviou uma viatura e policiais da 8ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom).

A Polícia Militar informou que atendeu ao chamado pelo 190, e as equipes policiais da 8ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) realizaram buscas pelo local, mas não conseguiram localizar nenhum suspeito.

Por volta das 11h desta sexta-feira, a procuradora foi até à agência bancária que fica dentro da sede da Prefeitura. Ao sair do prédio, no momento em que estava se deslocando até o seu veículo, foi abordada por um homem que anunciou o assalto. A vítima foi atingida com um disparo de arma de fogo no braço esquerdo.

O infrator e um comparsa, que o aguardava em uma motocicleta, fugiram levando a bolsa com os pertences da vítima e um valor em dinheiro não especificado. A polícia não descarta a possibilidade de um terceiro elemento estar envolvido no crime. O Samu prestou os primeiros socorros à procuradora e a conduziu até um hospital na zona centro-sul. O estado de saúde dela é estável.

Prefeito lamenta
O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, lamentou o assalto ocorrido. “Estou pasmo! Se assaltaram a prefeitura hoje, amanhã pode ser a sede do Governo do Estado. A que ponto chegamos!”, declarou o prefeito sobre insegurança vivida na capital. “Estão perdendo o limite. Temos muitos problemas sociais, mas tempos atrás era impensável roubar uma igreja, por exemplo. Esse limite foi perdido nessas guerras de facções e na necessidade, que não está sendo cumprida, de se ter uma forte política de segurança pública”’, completou Arthur Neto.

“Nos solidarizamos, minha esposa Elisabeth Valeiko Ribeiro e eu, com a nossa servidora e nos colocamos à disposição dos familiares para prestar todo o auxílio necessário. Graças a Deus, ela não corre risco de morte e esperamos respostas por parte dos órgãos competentes”, finalizou o prefeito.


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