Sindicato dos Professores e Pedagogos é contra o retorno as aulas no Amazonas

A entidade teme aglomeração de alunos e servidores nos colégios e o aumento de contaminação pela covid-19.
28/05/2020 17h28 - Atualizado em 29/05/2020 12h34

Foto: Reprodução


Redação AM POST

O Sindicato dos Professores e Pedagogos do Amazonas (AspromSindical) manifestou, por meio de carta, o posicionamento contrário ao retorno das aulas presenciais no momento de ‘pico’ da pandemia do novo coronavírus (Covid–19) no Estado.

A entidade teme aglomeração de alunos e servidores nos colégios e o aumento de contaminação pelo covid-19.

No trecho da carta o sindicato disse que as voltas as aulas só deveria ocorrer apenas quando for seguro para alunos, professores, pedagogos e demais membros da comunidade escolar e a situação da saúde no Amazonas estivesse controlada.

“Acreditamos que o retorno das aulas presenciais deve ocorrer apenas quando for seguro para alunos, professores, pedagogos e demais membros da comunidade escolar, o que ocorrerá apenas quando o sistema de saúde tiver capacidade de atendimento e internação, quando houver a redução do número de casos, após a testagem em massa da população, que haja comprovação científica da redução significativa da transmissão do Coronavírus, e que não haja o risco de novo pico da Covid19”, disse o trecho da carta.

O sindicato informou que os professores têm contatos com até 250 alunos, em média, por turno de trabalho. São entre 40 e 50 alunos por sala.

Segundo a entidade, alguns servidores já morreram em decorrência do vírus. Logo, eles avaliam como “extrema importância a elaboração de um planejamento estratégico para que todos os membros da comunidade escolar possam retornar a suas práticas cotidianas com segurança”, já que ainda há servidores que fazem parte do grupo de risco.


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