• Bispos angolanos rompem com gestão brasileira e Edir Macedo tem templos tomados

    Entre os motivos para a insurreição dos bispos no país africano estão denúncias de evasão de divisas, abuso de autoridade e racismo.
    25/06/2020 08h10 - Atualizado em 25/06/2020 08h10

    Foto: Reprodução


    Um grupo de bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola declarou ruptura com a gestão brasileira. O grupo informa ter assumido, nesta segunda-feira (22), o controle de 35 templos da instituição em Luanda e cerca de 50 em outras províncias do país, como Lunda-Norte, Huambo, Benguela, Malanje e Cafunfo.

    Entre os motivos para a rebelião, segundo os bispos do país africano, estão denúncias de evasão de divisas, abuso de autoridade e racismo.

    O braço angolano da Igreja Universal divulgou, nesta terça (23), um comunicado para explicar seu posicionamento, de acordo com a coluna Veja Gente, de João Batista Jr., na Veja.

    “Para confundir a sociedade angolana, invasores espalham mentiras absurdas”, diz um trecho do texto.

    Reação

    Edir Macedo trata o episódio como “um golpe” e preparou uma reação, também em comunicado. Além disso, a Universal entrou em contato com a polícia local, com o objetivo de reaver o controle dos templos.

    “A Igreja Universal do Reino Deus está presente em Angola, oficialmente reconhecida, desde 17 de julho de 1992, com atualmente 512 pastores, dos quais 419 angolanos, 65 brasileiros, 24 moçambicanos e 4 são-tomenses. A Igreja Universal sempre se pautou pelo amor ao próximo, moralidade, civismo e respeito às autoridades constituídas”, diz o comunicado.

    “A Igreja viu-se invadida em Luanda, Benguela, Huambo e Malange por um grupo de ex-pastores desvinculados da instituição por práticas e desvio de condutas morais e em alguns casos criminosas contrárias aos princípios cristãos exigidos de um ministro de culto, os mesmos tomados por um sentimento de ódio utilizaram de ataques xenófobos, agrediram e feriram pastores, esposas de pastores e funcionários, usando a violência com objetivo de tomar de assalto a igreja com propósitos escusos”, acrescenta o texto.

    Fonte: Revista Fórum


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