Pré-candidato a vereador, Rogério Aguiar afirma que pretende focar no papel fiscalizador do parlamento

Para ele na CMM já existe muita lei que não se cumpre e falta fiscalização.

Redação AM POST

O pré-candidato a vereador, Rogério Aguiar (Cidadania), disse que entre os pilares de suas propostas de campanha está a parte fiscalizadora do parlamento municipal que consiste em controlar o gasto público e ficar atento ao que é o dinheiro do cidadão aplicado em serviço, obra e projeto social.

“A gente vai dividir em cinco eixos, focando muito nessa parte fiscalizadora e de melhoria de serviço. Então controlar o gasto público, ficar muito atento ao que é o dinheiro do cidadão aplicado em serviço, em obra, projeto social. Vamos ter muitas propostas de indicações ao executivo que envolve cultura, esporte, sustentabilidade e uso da tecnologia dentro das organizações públicas”, declarou Rogério em entrevista ao AM POST.

Ele também considera que os atuais vereadores da Câmara Municipal de Manaus (CMM) são fracos nas características principais de um parlamentar que é representar, legislar e fiscalizar. Além disso Rogério aponta que a produção desses políticos não chega ao dia a dia do cidadão manauara, pois existem os campões de lei, que instituem o dia municipal da pipa, do demolay e homenagens para tudo. “Nós vamos focar principalmente nessa parte fiscalizadora porque já existe muita lei que não se cumpre e falta fiscalização”, destacou.

“Quando o atual prefeito de Manaus, Arthur Neto, construiu uma parada de ônibus de R$240 mil gerou uma revolta muito grande porque aquilo não era prioridade e os vereadores deixaram passar, então esse é um pouco do retrato do que me faz ter a certeza de que a CMM não representa essa demanda social”, comentou.

Trajetória
Rogério Aguiar é formado em administração pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e em economia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam) sempre participando ativamente da política desde a adolescência no movimento estudantil.

“Apesar de não ser de esquerda e a gente sabe que o movimento estudantil é tomado pela esquerda eu sempre disputei meus espaços. Consegui ser presidente dos centros acadêmicos, fui diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE) coisa que a gente não imaginaria de alguém que não é de esquerda. Essa parte foi o que me moldou na política”, contou.

Após a faculdade, Rogério trabalhou na comissão de comércio, indústria e Zona Franca na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e como assessor da presidência da Câmara Municipal de Manaus.

Ele afirma que sua pré-candidatura foi definida após um grupo de amigos, formado desde a faculdade, que buscava apoiar alguém que seja preparado, com engajamento político e com experiencia tanto na política quando no serviço público lhe escolher como representante.