Lino Chixaro destaca na Aleam os investimentos da Cigás no gás natural
Chixaro foi até a Aleam a convite do deputado Adjunto Afonso.
O diretor-presidente da Companhia de Gás do Amazonas (Cigás), Lino Chixaro, esteve nesta quinta-feira (16), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), a convite do deputado Adjuto Afonso (PP), para falar sobre os investimentos e projetos da companhia que já foram realizados e ações futuras no que diz respeito ao Gás Natural Veicular (GNV). O presidente foi acompanhado do diretor técnico, Clóvis Correia, que fez uma explanação detalhada do sistema operacional da empresa quanto ao uso do gás.
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O autor do convite, deputado Adjuto Afonso, declarou em entrevista à TV Aleam, que o tema sobre Gás Natural é de fundamental importância para a sociedade. Sempre atento às questões econômicas que refletem no bolso da população, o deputado explicou que é necessário saber até que ponto o serviço oferecido pela companhia vai contribuir para a melhoria de vida da população amazonense.
“Nós sabemos o quanto tá elevado o preço da gasolina e do Etanol. Certamente o gás é bem mais barato, e o governo está fazendo uma grande propaganda, tentando atrair os motoristas para que convertam seus carros para gás. Se tivermos aí essa vinda de gás isso irá representar mais emprego e mais receita para os cofres do nosso Estado. Eu não tenho dúvidas de que a Cigás pode ser uma empresa rentável, uma empresa de geração de emprego e renda para o nosso povo”, disse Adjuto Afonso.
Também em entrevista, Lino Chixaro declarou que o cronograma de investimentos é positivo, assim como os resultados decorrentes dos valores. “Até hoje, já houve investimentos de R$ 230 milhões, só nos anos de 2012 até 2014, esse valor já ultrapassou R$ 100 milhões. O gás hoje já é uma realidade, tanto em relação à energia elétrica, quanto no abastecimento de indústria e, agora, no ano de 2015, com preponderância, que é o setor de GNV, de gás veicular. A empresa se estruturou e agora tende a se consolidar”, disse.
Questionado sobre a questão da venda da Cigás, que teve, inclusive aprovação da Casa Legislativa há dois anos atrás, o presidente explicou que o consórcio contratado para fazer a avaliação da empresa e o estudo sobre a possibilidade de venda ainda não concluiu o serviço.
“Houve algumas contingências naturais do mercado, principalmente relacionado a crise financeira do país, mas eu fiquei sabendo que até o final de maio esse documento será entregue ao governo. Minha opinião pessoal é que independentemente do que o governo decidirá, não é o momento oportuno, mas é uma decisão que cabe ao governador do Estado”, ressaltou.
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