Sikêra Júnior promete mostrar o outro lado do ‘caso Suzy’ no Alerta Nacional
O programa Fantástico exibiu reportagem com uma transexual chamada Suzy e abafou os delitos da mesma. O apresentador promete revelar o que não foi mostrado.
Redação AM POST*
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O apresentador da TV A Crítica, Sikera Júnior, usou sua conta no Instagram, para anunciar que vai mostrar em seu programa Alerta Nacional, da próxima terça-feira (10), o outro lado da história da transexual, Suzy de Oliveira, 30 anos, exibida no último domingo (1º) pelo fantástico, que não revelou que ela foi presa por matar e estuprar uma criança de 9 anos.
No vídeo, Sikera Júnior promete mostrar em seu programa o que não foi mostrado pelo Fantástico. Possivelmente, ele vai entrevistar parentes da vítima e revelar o sofrimento de seus familiares.
Nos comentários da publicação o deputado federal, Eduardo Bolsonaro, pediu a verdade dos fatos. “Só quero a verdade, honestidade intelectual”, escreveu o filho do presidente Jair Bolsonaro.
https://www.instagram.com/p/B9fugfoJSnb/
Entenda o caso
A transexual que cometeu um crime hediondo, afirmou em entrevista ao médico Drauzio Varella que há oito anos não recebe visitas de familiares e trabalha na prisão além de estar separada do marido. Após repercussão da matéria ela recebeu muitas cartas e uma vaquinha foi criada na internet pela advogada Camila Ribeiro, com o objetivo de ajudar a detenta, chegando a render pouco mais de R$ 6 mil.
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Apenas ontem (8) foi divulgado por alguns sites o motivo da prisão da transexual e o caso revoltou internautas que pediram o boicote da Rede Globo por transformar um estuprador em vítima. Dráuzio Varella, se pronunciou em nota após repercussão da entrevista disse que há mais de 30 anos frequenta presídios, tratando igualmente detentos e detentas.
“Em todos os lugares em que pratico a medicina, seja no meu consultório ou nas penitenciárias, não pergunto sobre o que meus pacientes possam ter feito de errado”, escreveu.
“No caso da reportagem veiculada pelo Fantástico na semana passada (01/03), não perguntei nada a respeito dos delitos cometidos pelas entrevistadas. Sou médico, não juiz”, finaliza.
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