Samel utiliza Ventilação Não Invasiva (VNI) em pacientes com Covid-19 desde o início da pandemia
Em muitos casos, a VNI pode substituir a intubação orotraqueal precoce, que demora na recuperação do doente.
- Foto: Reprodução
Redação AM POST
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As chamadas cápsulas de Ventilação Não Invasivas (VNI), batizada de ‘Cápsulas Vanessa’, são usadas pelo grupo Samel em pacientes com Covid-19 desde o início da pandemia, em meados de março de 2020, possibilitando diminuição do tempo médio de internação de pacientes com a doença. Somente agora a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), seguindo exemplo do estado do Ceará, pretende usar a VNI em pacientes com Covid-19 da rede estadual de saúde.
O objetivo da SES-AM é introduzir a fisioterapia com o uso de VNI ainda na enfermaria, partindo de estudos e experiências que mostram que o reforço no tratamento ao paciente nesta etapa diminui o tempo de internação, evita levar o paciente para a UTI e reduz o índice de mortalidade.
Em muitos casos, a VNI pode substituir a intubação orotraqueal precoce, protocolo para o tratamento da doença quando o paciente chega ao hospital com falta de ar. Os efeitos colaterais desse tipo de intubação são o alto uso de respiradores e a demora na recuperação do doente.
Além de reduzir o desconforto respiratório, a tecnologia proporciona melhorias nos níveis de oxigenação dos pacientes, conforme apontam especialistas.
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