TIM lança teclado consciente contra o preconceito e inclui expressões LGBTfóbicas
Aplicativo criado pela operadora já alertava sobre o uso de termos racistas.
- Foto: Reprodução
Redação AM POST
PUBLICIDADE
A TIM lançará uma nova versão do Teclado Consciente, aplicativo que alerta os usuários de smartphone contra o uso de palavras e expressões preconceituosas, explicando suas origens históricas e propondo substituições.
O app agora inclui termos LGBTfóbicos, além do conteúdo da primeira versão, concebido contra o racismo. A iniciativa faz parte do programa de diversidade e inclusão da TIM e celebra o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, em 28 de junho.
A ferramenta foi lançada em novembro de 2020 com alertas sobre expressões com conotações racistas, como “denegrir”, “lista negra” ou “cor do pecado”. Na nova versão – disponível gratuitamente para smartphones com sistemas operacionais iOS e Android – foram inseridas mais 500 palavras e frases LGBTfóbicas, aproximadamente. São exemplos “sapatão”, “baitola” e “traveco”, utilizadas de forma pejorativa para se referir a pessoas LGBTI+. O app foi criado para a TIM pela BETC HAVAS em parceria com a consultoria Vírgula.
Para usar o teclado, não precisa ser cliente da operadora. Basta baixar o app na App Store ou Google Play. A atualização é automática para quem já fez o download da primeira versão. A ferramenta fica visível somente quando o usuário digita seus textos em redes sociais ou aplicativos de comunicação, por exemplo, e destaca as palavras e expressões consideradas inadequadas. Ao clicar em cima desses termos, o Teclado Consciente TIM explica porquê são considerados racistas e LGBTfóbicos e oferece opções para a sua substituição — tal como um corretor ortográfico social.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






