Artigo em que Arthur Neto chama Omar Aziz de ‘Malandro Municipal’ viraliza e ganha repercussão nacional
O senador foi acusado de corrupção, desvios de recursos da saúde do AM e até pedofilia durante sua trajetória.
- Foto: Reprodução
Redação AM POST
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Em suas redes sociais, ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio Neto (PSDB), publicou na última semana um artigo intitulado “Malandro Municipal”, em que se refere ao presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD), que já foi acusado de corrupção, desvios de recursos da saúde do AM e até pedofilia durante sua trajetória.
“Omar Aziz é uma das pessoas mais perversas que já conheci. Ele nunca mostra a cara, porque se alimenta de um cardápio bizarro, realmente cruel: a intriga”, disparou.
O texto viralizou e ganhou repercussão nacional, um dos programas que repercutiram a fala do tucano foi
Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, em que comentarista falaram do assunto.
A comentarista política, Ana Paula Henkel, disse que a família Aziz tem muito a explicar ao povo pois tem vários indícios, evidencias e acusações em esquema de corrupção principalmente na área da saúde no Amazonas quando o Oma foi governador do Estado.
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Ana Paula também disse A CPI da Covid acaba caindo em descrédito por ser presidida por uma senador que tem tantas acusações em sua trajetória política. A comentarista criticou a grande mídia por colocar Omar Aziz e o relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB) como paladinos da defesa da democracia ou da liberdade.
Pedofilia
No texto, Arthur também afirmou que só defendeu Omar Aziz da acusação de pedofilia em 2004 por se compadecer do pedido da mãe dele, Deplhina Rinaldi Abdel Aziz.
“A pedido de sua mãe, respeitável e querida senhora, aceitei, acreditando somente nela, envolver-me na luta da CPI da Pedofilia. Minha não interferência seria sua morte política, uma dura condenação penal e a desmoralização completa, num destino que só deve caber a um pedófilo de verdade”, declarou o tucano.
“Na dúvida, e acreditando em sua genitora, que merecia todo o meu acatamento, livrei-o do inferno. Enquanto os debates prosseguiam em clima muito quente, ele chorava sem parar no meu gabinete, cercado de ‘amigos’ parlamentares covardes, que fingiam consolá-lo para terem a desculpa de não se exporem na delicada disputa, como se poltrões não fosse. Quando respirou livre (?), jurou babada gratidão gratidão a mim e minha família”, completou.
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