Ministro das Cidades declara que Dilma passou ‘cheques sem fundo’ a estados e municípios
Segundo ele, ao assumir a pasta, percebeu que o governo possuía contratos com estados e municípios em valores que não seria capaz de cumprir.
O ministro das Cidades, Bruno Araújo, convocou a imprensa nesta quinta-feira para fazer um forte ataque à gestão da presidente afastada Dilma Rousseff. Segundo ele, ao assumir a pasta, percebeu que o governo possuía contratos com estados e municípios em valores que não seria capaz de cumprir e classificou a equipe afastada como “a maior passadora de cheque sem fundo do planeta”.
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O ministro afirmou que existem hoje R$ 66,58 bilhões comprometidos com prefeitos e governadores para 2016. O espaço orçamentário é de R$ 8 bilhões. Araújo frisou várias vezes, ao mostrar os números, que essa é uma herança deixada pelo governo passado.
— Governadores e prefeitos estão na expectativa de receber recursos que nunca teriam condições de serem honrados.
O titular da pasta afirmou que levaria, com o Orçamento atual, 59 anos para quitar todos os contrato.
MINHA CASA
Araújo reforçou que não pretende acabar com o programa Minha Casa, Minha Vida:
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— O programa continua prioritário. Não procede qualquer afirmação contrária.
Ele completou que também não haverá cortes e disse que o orçamento do programa já foi diminuído pelo governo anterior. O ministério ainda garantiu que estão mantidas os juros e as prestações definidos pela gestão Dilma para o Minha Casa, Minha Vida 3.
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