Campanha de Bolsonaro diz que Lula teve 154.085 inserções de rádio a mais do que o presidente
Denúncia foi encaminhada ao TSE; anúncio foi feito pelo ministro Fábio Faria no Palácio da Alvorada
Redação AM POST*
PUBLICIDADE
A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Alexandre de Moraes, que determine a imediata suspensão da propaganda de rádio da coligação Brasil da Esperança, do ex-presidente Lula (PT).
O pedido foi anunciado pelo ministro Fábio Faria a jornalistas na noite de hoje (24) em uma entrevista coletiva convocada em frente ao Palácio do Alvorada. A ação foi protocolada pela defesa de Bolsonaro no TSE, liderada pelo ex-ministro Tarcísio Vieira de Carvalho.
“De 7 a 21 [de outubro], a campanha do presidente Jair Bolsonaro teve a menos no Brasil 154.085 inserções de rádio”, disse Faria. E completou: “Isso é uma grave violação do sistema eleitoral. Esses dados já estão coletados, já fizemos dupla checagem.”
A quantidade de inserções informada por Faria não consta no pedido inicial da campanha levada ao TSE. No documento, os advogados de Bolsonaro ainda diziam estar esperando “a totalização em curso em todo o território nacional e em intervalo de tempo superior a uma semana”.
Moraes determinou o prazo de 24 horas para que a campanha de Bolsonaro apresente provas da acusação de que houve fraude nas inserções em rádios. O ministro afirmou que não houve apresentação de “prova e/ou documento sério”. “Tal fato é extremamente grave, pois a coligação requerente aponta suposta fraude eleitoral sem base documental alguma, o que, em tese, poderá caracterizar crime eleitoral dos autores, se constatada a motivação de tumultuar o pleito eleitoral em sua última semana”, escreveu Moraes.
*Com informações do UOL
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






