Yasmin Brunet vai processar responsáveis por falsa acusação de tráfico humano
A influenciadora Letícia Maia disse que a modelo mantinha um cativeiro e um esquema de prostituição ilegal no exterior.
- Foto: Reprodução
Redação AM POST
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Yasmin Brunet vai processar as responsáveis pela falsa acusação de tráfico humano. Na última semana, a influenciadora Letícia Maia disse nas redes sociais que ela teria sido sequestrada e que a modelo comandaria um cativeiro e um esquema de prostituição no exterior.
A assessoria de Yasmin enviou uma nota ao R7 confirmando que a filha de Luiza Brunet tomou as medidas cabíveis. “A assessoria jurídica de Yasmin Brunet relata que já iniciou as tratativas necessárias para identificar e responsabilizar a (as) autor (as) dos crimes contra a honra e das ameaças sofridas pela Yasmin ao longo da semana passada”, diz o comunicado publicado em primeira mão pelo colunista Leo Dias.
A nota assinada pelo advogado da modelo reconhece que a acusação já foi desmentida pela responsável. Porém, reforça que a imagem e a reputação da cliente sofreram danos por ela ter sido envolvida em uma história sobre a qual não tinha informações.
O advogado diz que o envolvimento de Yasmin Brunet com a história começou quando a modelo entrou em uma live no perfil de Letícia Maia. Na época, já existiam boatos de que a influenciadora teria sido sequestrada e internautas se mostravam preocupados com ela e se ofereciam para ajudar.
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“Yasmin fez um único comentário durante a live, para que a pessoa virasse a câmera e mostrasse as coisas ao redor para que todos vissem a real situação dela naquele momento. A partir daí, por entender que aquele pedido para virar a câmera seria uma desconfiança com relação à história contada por ela, Letícia suspendeu a live e passou a atacar a honra e ameaçar Yasmin”, diz o comunicado.
“Numa clara demonstração de oportunismo, vendo o alcance da exposição midiática que estava tendo a partir do uso do nome de uma pessoa pública como o da Yasmin Brunet, Letícia passou a alimentar e difundir cada vez mais histórias desconexas e sem nenhuma preocupação com o resultado causado à reputação desta, motivo pelo qual, repita-se, mesmo já tendo sido desmentido qualquer envolvimento nessa história absurda, se faz necessário a reparação para que entendam que a internet não é “terra sem lei” e que qualquer pessoa deve responder e ser responsabilizada por inverdades que venham a publicar”, conclui a nota.
*Com informação R7
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