Justiça mantém prisão temporária de suspeito de estuprar criança em provador de loja em Manaus
O homem alega inocência mas é considerado suspeito do crime pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).
- Foto: Reprodução
Redação AM POST*
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O Juiz plantonista do Tribunal de Justiça do Amazonas, Eliezer Fernandes, acatou pedido da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) e determinou em audiência de custódia realizada nesta terça-feira (21) a prisão de Rogério Lindoso dos Passos, que a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) considera suspeito de estupro contra uma criança de 4 anos em um shopping na zona norte de Manaus.
Segundo a decisão do jurista, foi analisado o processo e constatou-se a legalidade dos procedimentos de cumprimento do mandado de prisão e por isso, Rogério foi recolhido a uma unidade prisional em local seguro.
De acordo com decisão, o suspeito deve ser colocado em um local seguro em presídio de Manaus, tento em vista que alega estar recebendo várias ameaças de morte. O caso segue sendo investigado sob segredo de justiça.
Rogério Lindoso, possuía mandado de prisão expedido pelo Plantão Criminal, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), estava sendo procurado pela Polícia Civil, e se entregou nessa segunda-feira (21) na sede da Depca, onde ficou custodiado e foi ouvido nesta manhã pela delegada Joyce Coelho, titular da delegacia. Em seguida foi encaminhado para audiência de custódia.
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Ontem, Rogério falou com a imprensa, alegou inocência e pediu os vídeos da câmera de segurança que registrou o momento para seu advogado trabalhar em sua defesa. “O vídeo postado é editado e criminoso, que está me condenando, eu estou sendo ameaçado por Manaus inteira por causa de um vídeo criminoso que estão soltando na internet, há dias. Eu soube desse caso só dia 10 e a gente quer é o vídeo completo para o meu advogado fazer minha defesa”, disse.
O suspeito foi identificado por meio de imagens de câmeras de segurança do estabelecimento, que mostram o momento em que a mãe da vítima aparece com a criança e vai a uma das cabines femininas. Distraída, a menina se afasta da mãe, momento esse que o suspeito teria supostamente puxado a vítima para o provador masculino para supostamente cometer os atos libidinosos.
Para a polícia, a mãe da criança informou que foi até o provador da loja experimentar roupas e ao sair do espaço encontrou a filha saindo da ala masculina pedindo para ir embora. A criança teria então relatado o estupro para genitora.
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