Bolsonaro relaciona à esquerda, ameaças do PCC a Moro e relembra caso Celso Daniel: “não pode ser só coincidência”
O ex-presidente se manifestou nas redes sociais.
Redação AM POST*
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usou o Twitter nesta quarta-feira (22/3) para tentar desgastar Lula e a esquerda no caso das ameaças da facção criminosa PCC descobertas pela Polícia Federal contra o senador e ex-juiz da Lava Jato, Sergio Moro (União Brasil).
Em publicação no Twitter, Bolsonaro relembrou casos de atentados políticos, como de Celso Daniel, prefeito de Santo André, assassinado em 2002, e o episódio da facada, em 2018, quando foi ferido durante campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG).
“Tudo não pode ser só coincidência”, iniciou. “O Poder absoluto a qualquer preço sempre foi o objetivo da esquerda”, disse o ex-presidente. Bolsonaro também manifestou “solidariedade” ao ex-ministro do seu governo, assim como a outros alvos do PCC, e fez acenos à proposta de uma comissão para investigar o caso. “A CPMI assombra os inimigos da democracia”, completou.
Citado na postagem de Bolsonaro, o promotor Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de São Paulo (Gaeco), também era um alvo da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) no plano de sequestro, extorsão e homicídio.
O integrante do MP, de 56 anos, é o principal investigador da facção criminosa no país.
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