Assista: Amazonas Energia é acusada contrariar decisão judicial e preparar fiação para instalar medidores aéreos em conjunto de Manaus
Tribunal de Justiça do Amazonas voltou a proibir a instalação dos novos medidores na capital até o fim das discussões sobre o tema no Judiciário.
- Foto: Reprodução
Redação AM POST*
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A Amazonas Energia é acusada de continuar instalando medidores aéreos em alguns locais de Manaus como no Conjunto Cidadão 12, bairro Monte das Oliveiras, na zona Norte, mesmo com decisão judicial proibindo a ação da empresa.
“Recebemos denúncia de que a Amazonas Energia está preparando a fiação elétrica do Conjunto Cidadão 12, para instalar medidores aéreos. Medida criminosa, que fere decisão judicial”, disse a deputada estadual Joana Darc que publicou a denúncia nas redes sociais.
De acordo com a parlamentar foi enviada uma equipe jurídica para orientar a população sobre seus direitos. “Decisão judicial não se questiona. Se cumpre!”, destacou ela.
Em janeiro deste ano, a Amazonas Energia instalou 3,2 mil novos medidores de energia elétrica em Manaus, e tem como meta instalar mais 86 mil novos aparelhos no sistema de medição até o final do ano. O objetivo da empresa é chegar a 480 mil medidores instalados até 2030. No entanto, a Lei 375/2022, proposta pelo presidente da Câmara Municipal de Manaus, vereador Caio André, altera o Plano Diretor da cidade para considerar medidores aéreos como poluição visual, com exceção de passagens de energia, transformadores e cabeamento de internet e TV a cabo que estejam a 500 metros de distância um do outro.
Embora a atualização dos sistemas de medição tenha sido suspensa desde o dia 28 de março deste ano por determinação do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), a Amazonas Energia manterá os medidores já instalados e seguirá as medidas judiciais cabíveis. A empresa afirma que paralisar as novas instalações está atendendo a lei municipal, enquanto a empresa toma as providências judiciais. A Concessionária afirma que a Lei 375/2022sancionada pelo prefeito David Almeida (Avante) na sexta-feira (31) é inconstitucional e que está seguindo rigorosamente as determinações jurídicas que regem a questão energética do país.
https://www.facebook.com/joanadarcam/videos/191108760370787/
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