Associação dos Magistrados emite nota repudiando desespero de Arthur ao atacar juízas da propaganda
A nota declara repúdio a tática de atacar magistrados publicamente. O tucano vem caindo nas pesquisas e a resposta tem sido o desespero.
A Associação dos Magistrados do Amazonas (Amazon) emitiu na tarde da quinta-feira (23), nota de desagravo em favor das juízas da Comissão de Fiscalização da Propaganda Eleitoral, Careen Fernandes Aguiar e Lídia de Abreu Carvalho.
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As magistradas foram atacadas pelo candidato Arthur Neto (PSDB), que vem mostrando descontrole, despreparo durante a campanha, partindo para a baixaria e colocando em dúvida a competência e seriedade do trabalho das juízas que comandam a propaganda eleitoral em Manaus, este ano.
O setor jurídico da campanha do tucano acusou as juízas de serem ‘permissivas’ com programas eleitorais do candidato Marcelo Ramos (PR).
Arthur vem por meio de seus advogados apresentando uma ‘enxurrada’ de representações contra Marcelo, na tentativa de retirar do ar os programas de Ramos que apresentam a realidade da situação em que Manaus se encontra. Grande parte das representações têm sido negadas pelas magistradas devido o entendimento jurídico de que Arthur tenta usar de “pretensão de censura” com as ações. Para as juízas, como chefe do Executivo Arthur deve aceitar “críticas à sua administração”.
Na nota, a Amazon declara que tem “certeza que os princípios norteadores do Estado Democrático de Direito, que passa pelo respeito à lei, são condutores das ações das magistradas. Tendo tratamento igual a todos os candidatos do pleito, mantendo isenção nas suas decisões”
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A Associação declara ainda, por meio da nota pública que “repudia a tática de atacar magistrados publicamente, com o propósito evidente de tentar intimidar os membros do Poder Judiciário.
Ao final a nota é assinada pelo presidente da Amazon, Cássio André Borges dos Santos.
Magistradas
As juízas também exigem que o advogado de Arthur que insinuou que as decisões delas têm sido permissivas prove as alegações, segundo informou jornal local.
Para as magistradas, a atitude do advogado e de todo o setor jurídico da campanha do atual prefeito mostra a clara tentativa de atrapalhar o trabalho da Comissão de Propaganda e o desespero do tucano.
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