Assista: Rússia acusa Ucrânia de ter tentado matar Putin em ataque ao Kremlin
Os dois equipamentos foram destruídos por militares do serviço especial russo e não houve vítimas
A Rússia afirmou nesta quarta-feira (3) que a Ucrânia tentou atacar o Kremlin – a sede do governo russo, em Moscou – com dois drones militares para matar o presidente do país, Vladimir Putin.
De acordo com o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, a tentativa ocorreu na noite de terça-feira (2), mas forças do país conseguiram interceptar os drones e impedir o ataque.
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Imagens nas redes sociais mostraram fumaça e focos de incêndio na cúpula de um dos edifícios do Kremlin. Outro vídeo exibe um drone se aproximando da cúpula e explodindo na sequência.
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Video of the second drone strike on the Kremlin
16 minutes elapsed between the strikes of the two UAVs. pic.twitter.com/kawTNtxPVx
— Spriter (@Spriter99880) May 3, 2023
O Kremlin disse que a ação foi um “ataque terrorista planejado” e, por isso, se considera no direito de retaliar, segundo a agência de notícias russa RIA. O porta-voz do Parlamento russo pediu a “destruição do regime de Kiev” por conta do suposto atentado.
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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, negou as acusações.
“Nós não atacamos o Putin, ou Moscou. Isso é uma tarefa para os tribunais. Nós lutamos dentro do nosso território”, disse Zelensky, em visita à Finlândia nesta quarta-feira.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) disse ver risco de ataques a instalações de infraestrutura na Europa e nos Estados Unidos como retaliação de Moscou. Segundo o chefe de Inteligência da Otan, há uma grande chance de que a Rússia sabote dutos de distribuição de gás para a Europa instalados no mar nos próximos dias.
Os Estados Unidos afirmaram que estão verificando a autenticidade da acusação russa.
A suposta tentativa de ataque ao Kremlin coincide com uma nova ofensiva russa na Ucrânia. Mais de 25 ataques aéreos foram registrados em cidades ucranianas do sul e do centro. Pela tarde, sirenes por risco de bombardeios foram acionadas em Kiev e em cidades no centro do país.
*Com informações do G1
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