Delegada suspeita de favorecer Thiago Brennand tem quebra de sigilo bancário solicitada pela Justiça
Nuris Pegoretti teria feito isso em troca de favorecimento pessoal.

Foto: Reprodução/Internet
Redação AM POST
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Nesta quinta-feira, 04, a Justiça de São Paulo autorizou a quebra dos sigilos bancário e telemático da delegada Nuris Pegoretti, suspeita de arquivar um processo de estupro e cárcere privado contra o empresário Thiago Brennand.
Na ocasião, a vítima procurou a polícia e contou que foi mantida encarcerada no apartamento de Thiago em Porto Feliz, no interior de São Paulo. A mulher relatou ainda que foi agredida, estuprada e tatuada à força com as iniciais do empresário, além de ter um vídeo íntimo vazado por ele na internet.
Apesar do testemunho da vítima, a delegada acabou arquivando o caso por “falta de provas”. Ela teria feito isso em troca de favorecimento pessoal, mas os advogados de defesa da acusada negam as denúncias.
A investigação prossegue agora com acesso às conversas pessoais da delegada que serão analisadas por meio da quebra de sigilo.
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