Oposição recorrerá da manobra de Pacheco para favorecer base de Lula na CPMI do 8 de janeiro
Parlamentares entraram com um mandado de segurança no STF.
Redação AM POST*
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O líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse nesta sexta-feira (5) que recorrerá contra a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que enfraqueceu o grupo na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre os ataques às sedes dos Poderes em 8 de Janeiro.
A decisão de judicializar o caso se deu depois de Pacheco, referendar a manobra do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que tirou uma vaga da oposição na CPMI. Trata-se de uma resposta à questão de ordem provocada pelo líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN).
Parlamentares da oposição entraram com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a participação de um membro de fora da base do governo na Comissão.
Agora, os dois principais blocos da Casa — em maioria, governistas — vão ter direito a 12 das 16 cadeiras do Senado na CPMI. O Bloco Vanguarda, da oposição, terá apenas duas. Marinho disse que pretende recorrer da determinação de Pacheco.
No mandado de segurança, a oposição alerta sobre o grave risco que partidos considerados pequenos correm, caso o STF não acate o pedido da vaga de rodízio na CPMI.
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“Se essa interpretação for admitida por esta Corte, chegaremos a um resultado desastroso: os partidos minoritários serão prontamente extintos, uma vez que não poderão mais nem sequer integrar comissões, nem mesmo na vaga de rodízio destinada às agremiações minoritárias”, diz um trecho da nota.
https://twitter.com/rogeriosmarinho/status/1654533174536306692
*Com informações da Revista Oeste
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