Petição pede que Comissão de Ética da Aleam tome providências contra Joana Darc por quebra de decoro após invasão a sede do Ibama
Parlamentar é acusada de criar um “histórico de factóides” para difamar o Ibama criando uma “cruzada” contra o órgão ambiental.
- Assista: Joana Darc enfrenta seguranças do Cetas e tenta pegar capivara Filó a força: “quem tocar em mim vai levar um murro na cara”
Redação AM POST*
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A deputada estadual Joana Darc (UB) está sendo alvo de uma petição que solicita que a Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), investigue a parlamentar por quebra de decoro parlamentar devido invasão da sede do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Ibama), em Manaus, ocorrida no fim do mês de abril, para resgatar a capivara Filó e levá-la para fazenda do influenciador Agenor Tupinambá, de 23 anos, em Autazes (distante 113 quilômetros da capital). o caso ganhou grande repercussão nas redes sociais após a parlamentar fazer diversas lives.
A petição já tem mais 1,8 mil assinaturas e conta com a colaboração de ambientalista, protetores ambientais e animais, cientistas, pesquisadores, ex-servidores e servidores do Ibama. No texto divulgado junto a petição na página Change.org, a deputada é acusada de criar um “histórico de factóides” para difamar o Ibama criando uma “cruzada” contra o órgão ambiental.
“Na ocasião, a parlamentar cometeu assédio e ameaça contra servidora pública federal, produziu vídeos em redes sociais difamando funcionária do Ibama, filmando e publicando na internet o próprio ato repugnante. Na ação, atirou-se sobre o carro da servidora em questão, que estava saindo do trabalho”, narra o texto juntado ao abaixo-assinado.
“A referida parlamentar forçou entrada não autorizada e sem agendamento prévio dentro da instituição, constrangeu e assediou servidores terceirizados de segurança, usurpou e depredou o patrimônio público federal, invadiu um órgão público federal, tomou posse de insumos e instrumentos de órgão público federal sem autorização, promoveu fiscalização irregular e sem autorização, mentiu ao afirmar ter sido enganada em supostos acordos com o Ibama”, diz outro trecho sobre a situação ocorrida no domingo.
Conforme a argumentação para pedido de abertura das investigações, a deputada teria se comportou de forma “histérica, simulando choro, se ajoelhando no chão, correndo de um lado para o outro, gritando e ameaçando os servidores presentes”, o que teria sido simulado, filmada pelos assessores de Joana para gerar engajamento, pois “ninguém a tocava”.
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