Presidente dos rodoviários, Givancir de Oliveira diz que greve será por tempo indeterminado em Manaus: “5, 10, 20 dias”
A paralisação é devido a recusa do Sinetram de negociar o reajuste de 12% no salário da categoria.
- O Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Manaus (STTRM) anunciou a paralisação de 50% dos ônibus na cidade a partir de quarta-feira (17/05), cobrando reajuste salarial de 12%.
- O sindicato afirma que tenta negociar há três meses com as empresas e a Prefeitura, e que a greve será por tempo indeterminado caso não haja acordo até a meia-noite de terça-feira (16).
- O Sinetram nega falta de diálogo e diz que a negociação é contínua, enquanto o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) busca ações para evitar prejuízos aos usuários.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Reprodução
Redação AM POST
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O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Manaus (STTRM), Givancir de Oliveira, anunciou na manhã desta segunda-feira (15), a paralisação de 50% dos ônibus em Manaus.
Cobrando um reajuste de 12% no salário da categoria, os rodoviários anunciaram greve no sistema para a próxima quarta-feira (17/05). Até o momento não houve acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram).
“Estamos tentando há três meses negociações com o Sinetram e a Prefeitura para discutir a data-base. O sindicato fez tudo para chamar a atenção do sr. Paulo Henrique e obrigar os empresários a sentar para reunir”, explicou Oliveira.
O representante da categoria, informou que a paralisação deve durar tempo indeterminado até que haja um acordo sobre reajuste salarial dos trabalhadores.
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“A direção do sindicato está aberta à negociação até meia noite de terça-feira. Enquanto não houver negociação, vai ficar parado: cinco dias, 10 dias, 20 dias… vai continuar”, disse Oliveira.
O presidente acrescentou que a paralisação pode ser cancelado caso o representante do Executivo e o sindicato patronal concordem em sentar na mesa de negociações até a 0h desta terça-feira (16).
O Sinetram afirmou que, ao contrário do que alega o sindicato, houve “negociação permanente” com o STTRM a respeito do reajuste. No entanto, ambas as partes não definiram um consenso sobre o percentual. “(…) a negociação ainda está em processo e esta medida não traz nenhum benefício para as partes e ainda coloca o passageiro, que depende do transporte coletivo, como maior prejudicado neste processo”, diz trecho da nota enviada à reportagem.
O órgão disse que “estranhou” a decisão do STTRM e vai tomar medidas legais para evitar a grave.
O Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) informou que o presidente do órgão deve convocar uma reunião, junto com o Sinetram, antes do prazo definido pela representação dos rodoviários. Em seguida, o IMMU pretende reunir com o prefeito David Almeida “para determinar quais medidas serão tomadas para que os usuários do transporte coletivo não sejam prejudicados”.
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