Sinteam se reúne com líder do governo na Aleam para discutir greve em andamento mas continua sem acordo
Os profissionais de educação já estão em greve há 8 dias, e foram contra a proposta apresentada pelo governo do estado de reajuste de 8%.
- Foto: Divulgação Assessoria
Nesta quarta-feira (24) um grupo de professores da rede pública estadual esteve na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) para reivindicar um reajuste salarial de 25%. Os profissionais de educação já estão em greve há 8 dias, e foram contra a proposta apresentada pelo governo do estado de reajuste de 8%. O poder executivo comunicou aos professores que só irá retomar as negociações caso a greve seja suspensa, o que não foi acatado pela categoria, que continua com a paralisação.
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O deputado Felipe Souza (Patriota), líder do Governo na Aleam, esteve em reunião com representantes dos professores para discutir a greve em andamento. Ele se comprometeu a participar junto com o deputado Cabo Maciel (PL), na intermediação com o Governo do Estado para tratar do reajuste solicitado pela categoria, buscando minimizar as perdas de aulas e garantir o cumprimento do plano de aula.
A greve, liderada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), tem deixado aproximadamente 70% das escolas estaduais em Manaus sem aulas.
Felipe Souza foi na tribuna da Assembleia Legislativa e questionou a categoria. “Vocês estão pedindo o diálogo, vocês estão pedindo para o governo negociar. O governo está se colocando à disposição para negociar e vocês não querem negociar? Como é que se vai avançar, como vai se chegar a um entendimento, se a categoria não baixa as armas para negociar?”, disse Souza.
“Não vai ter arrego”, reagiram os trabalhadores da educação, em coro.
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O deputado Felipe Souza desempenha o papel de interlocutor entre os professores e o Governo, buscando uma solução para a greve. “Esperamos que seja encontrado um consenso entre a categoria e o governo, para que os alunos não sofram mais prejuízos. Durante a reunião de hoje me coloquei à disposição para buscar a solução junto ao Governo do Estado”, declarou Felipe.
A categoria rejeitou a primeira proposta do Estado, que ofereceu um reajuste inicial de 8%, e está pedindo um aumento de 25%. A data-base de 2023 dos trabalhadores da rede estadual expirou em 1º de março, e o governo se apresenta aberto para negociações.
Felipe Souza disse ainda que entende que a educação é um pilar fundamental para o desenvolvimento do estado e reconhece a importância de valorizar os professores, proporcionando condições adequadas de trabalho e remuneração justa. A atuação do parlamentar como intermediador no processo de negociação da greve dos professores reflete seu compromisso em buscar uma solução que beneficie a todos, preservando os direitos dos educadores e garantindo a qualidade do ensino.
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