Justiça não vê tortura no caso de homem amarrado por PMs e determina prisão preventiva
A Justiça destacou que o indivíduo é reincidente em roubo e cometeu novo delito.
- Foto: Reprodução
A Justiça de São Paulo entendeu que não houve tortura na prisão de um homem negro que teve mãos e pés amarrados por policiais militares após um suposto furto em um supermercado na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, na segunda-feira (5).
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Na decisão que transformou a prisão em flagrante em preventiva, a juíza Gabriela Marques Bertoli destacou que Robson Francisco, 32, é reincidente em roubo e cometeu novo delito, apesar de estar no regime aberto. Avaliou ainda que não houve tortura e que o suspeito deve ficar preso preventivamente.
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Redação AM POST
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