Presa no 8 de janeiro, manifestante Ana Priscila promete romper o silêncio e ‘contar toda a verdade’
A declaração foi feita pelo advogado da detenta, o doutor Claudio Avelar.
- Foto: Reprodução
Presidiária Ana Priscila Silva de Azevedo busca depor perante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, alegando sua intenção de “dizer a verdade”. A mulher está detida há cinco meses, sendo supostamente uma das organizadoras dos protestos que ocorreram na Praça dos Três Poderes. A declaração foi feita pelo advogado da detenta, o doutor Claudio Avelar.
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Em vídeos divulgados online, Ana Priscila previamente anunciou sua intenção de “desestabilizar o sistema, cercar Brasília e tomar o poder à força” no dia 8 de janeiro. Ela convocou mais de 30 mil pessoas por meio de um grupo no aplicativo Telegram para se dirigirem a Brasília. “A Babilônia vai cair”, proclamou. Nas redes sociais, alguns internautas a acusaram de ser de esquerda, mas não há confirmação sobre essa afirmação.
“Desde sua chegada, ela tem sido mantida isolada”, afirmou seu advogado em uma entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, publicada na segunda-feira, dia 12. “E isso não se deve a problemas disciplinares. Ela não tem acesso a nada nem a ninguém, está sendo tratada como se estivesse em uma cela de isolamento, como se fosse uma punição. Está sendo tratada de forma desumana, sem direito a banho de sol. É uma prisão punitiva, movida por vingança.”
Redação AM POST
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