Assista: Influenciadora Isabelly Aurora chega em delegacia algemada e chorando após ser presa em Manaus
Ela é alvo da segunda fase da Operação Dracma que investiga influenciadores suspeitos de envolvimento em esquema fraudulento.
- Foto: AM POST
A influenciadora digital Isabelly Aurora chegou chorando e algemada no 15º Distrito Integrado de Polícia (DIP) após ser presa na manhã desta quarta-feira (5), pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), durante a deflagração da segunda fase da operação Operação Dracma que investiga envolvimento de blogueiros em esquema fraudulento de venda de rifas clandestinas, que movimentou mais de R$5 milhões, e outros crimes em Manaus.
Isabelly Aurora é alvo da operação desde a primeira fase, deflagrada na semana passada, quando foi cumprido apenas mandado de busca e apreensão na casa dela.
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O ex-companheiro dela Paulo Victor Monteiro Bastos, 25; também foi detido hoje juntamente com o influencer João Lucas da Silva Alves, 24, conhecido como “Lucas Picolé”.
O delegado Cícero Túlio, destacou que Isabelly Aurora, já possui passagem pela polícia. Ela já havia sido apreendida em 2018, quando tinha 17 anos, por suspeita de receptar celulares roubados da marca iPhone em Manaus.
“Nessa segunda fase da Dracma, conseguimos cumprir três mandados em nomes dos indivíduos, que possuem participação. A influenciadora Isabelly Aurora já possui um vasto histórico criminoso, inclusive já foi presa outras vezes”, relatou Cícero.
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Segundo o delegado, Paulo Victor ajudava Isabelly Aurora na lavagem de dinheiro. “Em relação ao Paulo Victor ele operava nesse esquema criminoso auxiliando a Isabelly na questão da lavagem de dinheiro, inclusive, diversos objetos e veículos que eram comprados por parte da Isabelly eram colocados no nome do Paulo Victor afim de dissimular a questão do escoamento dos valores. Na conta corrente dele passaram vultuosas quantias decorrentes desse esquema criminoso, configurando sua atuação na parte da lavagem de dinheiro”, afirmou Cícero Túlio.
A autoridade policial também afirma que a organização criminosa da qual o trio fazia parte, operava um esquema fraudulento de rifas e sistema de premiação sem registro, por meio das redes sociais, e escoando posteriormente os valores, sem fiscalização e controle por parte do Ministério da Economia.
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Redação AM POST*
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