Deputado Alberto Neto discorda da bancada do Amazonas e foi o único a votar contra a Reforma Tributária
No primeiro turno, o placar foi de 382 a 118. Já no segundo turno, a proposta foi aprovada por 375 a 113.
- Foto: Reprodução
A Câmara dos Deputados aprovou entre a noite de quinta-feira (6) e a madrugada desta sexta-feira (7), em dois turnos, o texto da reforma tributária, com apoio da grande maioria da bancada do Amazonas.
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No primeiro turno, o placar foi de 382 a 118. Já no segundo turno, a proposta foi aprovada por 375 a 113.
Da bancada do Amazonas apenas o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM) foi o único a votar contra o texto base da reforma tributária. Votaram a favor os deputados: Sidney Leite, Fausto Santos Jr, Silas Câmara, Adail Filho, Saullo Vianna, Atila Lins e Amom Mandel.
Alberto Neto chegou a fazer um discurso em defesa da Zona Franca de Manaus no plenário da Câmara, depois que o deputado Júlio César (PSD-PI) fez críticas ao texto da reforma por, segundo ele, manter privilégios, entre eles a Zona Franca de Manaus.
“O parlamento tem que entender o papel da ZFM de Manaus, ela é do brasil. Você só paga produtos mais baratos porque você tem uma ZFM. Essas empresas são multinacionais. Se ela não tiver no brasil, ela vai estar no Paraguai, no Uruguai, ela vai estar no México e nós vamos perder um projeto que é de estado, um projeto que reduziu a desigualdade regional, que levou mais prosperidade para o norte do Brasil, que conseguiu frear o desmatamento”, disse ele, antes da votação.
Apesar de o texto da reforma proteger a Zona Franca, ao prever o Fundo de Sustentabilidade e Diversificação Econômica do Estado do Amazonas, a ser criado e detalhado por lei complementar, o parlamentar amazonense votou contra, por orientação do partido.
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