“Mais um que o povo amazonense vai sustentar”, diz internauta após deputada Joana Darc anunciar gravidez do 2º filho
O comentário ganhou destaque após a deputada responder.
Internauta critica anúncio de gravidez da deputada Joana D’Arc. Saiba mais lendo a matéria.
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A deputada estadual Joana Darc (UB) anunciou nas redes sociais no último sábado (5) que está grávida do segundo filho. A publicação foi alvo de muitos comentários, a maioria a parabenizando-a. Porém, um dos internautas escreveu: “mais um que o amazonense vai sustentar”. O comentário ganhou destaque após a deputada responder e dizer que tem profissão independente da política. “Você está enganado. Eu não vivo só de política, eu sou servidora concursada da Procuradoria Geral do Município desde os meus 18 anos. Sou advogada de profissão e atuação, até hoje presto consultorias. Então você pode perceber que com duas graduações, um concurso público e algumas especializações, NÃO, meu filho não é sustentado pelo povo. É sustentado por mim e pela minha família. Critique meu trabalho, critique a mim mas dobre a língua antes de falar dos meus filhos”, escreveu a parlamentar.
Joana já é mãe de Joaquim, de 2 anos, que foi diagnosticado ainda na barriga, com a Síndrome de Down. Ela, inclusive, já foi criticada várias vezes por, supostamente, usar a criança para se promover, fato que já foi rebatido pela deputada em diversas publicações.
Cassação
A deputada enfrenta um processo de cassação por quebra de decoro, após aparecer no cruzeiro do cantor Wesley Safadão na semana em que faltou às sessões da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). O pedido foi protocolado pela eleitora Dayane Ingrid Cotrim Borges, mas ainda não foi apreciado.
Após a repercussão negativa nas redes sociais, por ter faltado uma votação importante na Aleam para estar no cruzeiro, a deputada se manifestou alegando que há seis anos não tira férias e divulgou memorando em que solicita desconto em seu salário pelas faltas. Porém, surgiu uma nova polêmica sobre o documento divulgado e a deputada foi acusada de ter forjado o memorando, que não apresenta número de protocolo, o que não é comum, tendo em vista que todos os documentos tramitados na Casa Legislativa possuem esse registro e constam no Aleam Digital, uma plataforma interna utilizada para a tramitação dos documentos.
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A eleitora afirma em documentos que Joana “traz vergonha, vexame e humilhação para a Casa [Aleam], que representa o povo amazonense”.
Além deste pedido, há também um outro, em formato on-line, que já conta com mais de 26 mil assinaturas. Neste pedido, o motivo é a invasão da deputada à sede do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Ibama), em Manaus, quando a capivara Filó foi resgatada.
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Redação AM POST*
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