“Não podemos permitir que esse tipo de violência fique impune”, diz OAB-AM sobre caso de advogado baleado e agredido por casal em Manaus
O Presidente da OAB-AM, Jean Cleuter Mendonça, enfatizou o compromisso da instituição em garantir que nenhum crime contra advogados ficará impune.
- Foto: Divulgação
A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional do Amazonas (OAB-AM), se manifestou neste sábado (19) e disse que está está acompanhando o caso do advogado Ygor de Menezes Colares, que foi agredido e baleado na tarde de sexta-feira (18/08), no condomínio Life, localizado no bairro Ponta Negra.
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De acordo com o presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas e Valorização da Advocacia da OAB-AM, Alan Johnny, que esteve presente na Delegacia de Polícia Civil do 19° Distrito Integrado de Polícia (DIP), o advogado tentou apartar uma briga envolvendo uma funcionária, quando foi agredido e baleado.
“Ao tentar apartar a agressão contra a babá do seu filho, Ygor foi agredido por socos e ataques pelo Policial Civil, e em seguida foi surpreendido pela agressora, identificada como Jussana Machado, que utilizou a arma de fogo do policial para disparar mesmo após o advogado estar caído no chão”, explicou Alan.
O Presidente da OAB-AM, Jean Cleuter Mendonça, enfatizou o compromisso da instituição em garantir que nenhum crime contra advogados ficará impune.
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“A OAB, por meio de seu sistema de prerrogativas, será firme e incansável no acompanhamento do caso. Não podemos permitir que esse tipo de violência fique impune”, afirmou Jean.
A OAB-AM foi acionada por meio do plantão de Prerrogativas, que imediatamente enviou o presidente da comissão na delegacia, exigindo ações rigorosas, dada a gravidade do crime.
“Jussana Machado foi presa em flagrante e enfrentará o Juízo de Custódia. A OAB compromete-se a prestar assistência para garantir a manutenção da prisão preventiva devido à alta periculosidade do ato cometido. Além disso, a OAB atuará em conjunto com a Corregedoria da Polícia para solicitar que o Policial Civil seja proibido de portar arma de fogo. A entidade também buscará seu afastamento cautelar e exoneração do serviço público”, informou Alan Johnny.
*Com informações da Assessoria de Imprensa
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