Plataforma online identifica risco de doença renal crônica entre pessoas com diabetes tipo 2; saiba mais
Por meio do preenchimento de um questionário rápido de cinco perguntas, sem a necessidade de cadastro, o algoritmo calcula o risco aumentado para o desenvolvimento de doença renal crônica.
A AstraZeneca, biofarmacêutica global lança a plataforma online, gratuita e em português Cuidando dos Rins para pacientes com DM2 com risco potencial de desenvolver doença renal crônica (DRC). Dois em cada cinco pacientes no mundo com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) irão desenvolver DRC1, enfermidade que pode levar à perda progressiva, e até mesmo irreversível, do funcionamento dos rins
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Por meio do preenchimento de um questionário rápido de cinco perguntas, sem a necessidade de cadastro, o algoritmo calcula o risco aumentado para o desenvolvimento de doença renal crônica. Ao final, o paciente recebe recomendações, como, por exemplo, se deve se consultar com um médico especialista, é direcionado para o SAC da AstraZeneca e para a ADJ e FENAPAR, associações de pacientes com diabetes e/ou doenças renais. É importante ressaltar que essa ferramenta não substitui o diagnóstico e que, em caso de dúvidas, um médico deverá ser consultado.
A doença renal crônica é uma das complicações do diabetes, que ao acumular açúcar no sangue de forma excessiva, causado pela descompensação glicêmica, pode comprometer o funcionamento dos rins, fazendo com que o órgão perca a capacidade de filtrar o sangue2. “O rastreio da complicação deve ser realizado periodicamente, já que a doença renal crônica, na maioria das vezes, é assintomática nos estágios iniciais. A ferramenta Cuidando dos Rins veio para auxiliar a jornada de pessoas com diabetes, para que, a partir do risco identificado pela plataforma, a equipe médica possa realizar o controle renal do paciente, por meio de exames de urina e sangue para controle ou confirmação diagnóstica3”, comenta Fernanda Ronco, líder médica de área terapêutica da AstraZeneca.
A prevalência do diabetes no Brasil é de mais de 15,7 milhões de pessoas3, segundo dados da Federação Internacional do Diabetes (IDF), sendo que cerca de 90% dos casos são do tipo 23, que está associada a fatores externos e de estilo de vida, como histórico familiar, sobrepeso, sedentarismo, e maus hábitos alimentares3. Sem adesão ao tratamento e controle da doença, a longo prazo, a pessoa pode apresentar complicações, como a doença renal crônica.
Hoje, cerca de 12 milhões de pessoas convivem com a doença renal crônica no Brasil, entretanto, apenas 20% dos pacientes em estágio 3 são diagnosticados1, devido à falta de rastreio e ausência de sintomas. Apesar dos dados, a conscientização de pacientes com diabetes sobre as possíveis complicações e a adesão ao tratamento podem proporcionar ao paciente o controle da doença e uma melhor qualidade de vida4. Além disso, é fundamental conversar com um médico para o rastreio, por meio do controle renal em caso de maiores chances de desenvolver a condição5.
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Para realizar a triagem, acesse http://www.paciente.cuidandodosrins.com.br/. A plataforma está disponível por prazo determinado, sem necessidade de cadastro, de forma gratuita e simples.
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Estadão
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