Grupo responsável por construção de lixão em área de proteção ambiental no Tarumã quer lucrar com biometano em Manaus
A construção do aterro tem gerado polêmica pois é uma ameaça ao meio ambiente e deve poluir o igarapé do Leão, um dos maiores afluentes do Rio Tarumã.
- Foto: Reprodução
Manaus/AM
O Grupo Marquise Ambiental, que comanda a empresa Ecomanaus Ambiental, responsável pela construção de um aterro sanitário em uma Área de Proteção Ambiental Permanente (APP), localizada no Ramal Itaúba, na BR-174, no bairro Tarumã, zona Oeste da capital, tem planos de lucrar em Manaus com biometano, que é um combustível renovável derivado do biogás.
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A construção do aterro tem gerado polêmica pois é uma ameaça ao meio ambiente e deve poluir o igarapé do Leão, um dos maiores afluentes do Rio Tarumã.
O presidente da Marquise Ambiental, Hugo Nery, já revelou em entrevista à agência epbr que, pretende replicar o modelo de negócio da GNR Fortaleza – primeira e única planta de biometano do Nordeste, que já corresponde a até 20% de todo o gás natural comercializado pela Companhia de Gás do Ceará (Cegás).
Em parceria com a MDC o grupo empresarial estuda a viabilidade de uma planta de biometano no aterro operado pela Marquise em Manaus.
De acordo com o empresário, que está mirando na chamada ‘economia verde’, o projeto ainda está na fase inicial, mapeando o mercado, definindo a estratégia tecnológica e discutindo a viabilidade de inserir o biometano na rede de dutos de gás local.
Segundo a presidente da MDC, Manuela Kayath, por se tratar de um aterro novo, que está começando a ser operado agora, será preciso esperar ter um acúmulo de resíduos suficiente para de fato dar partida na produção de biogás em uma quantidade que justifique o investimento na planta.
Redação AM POST*
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