Promotor que humilhou advogada em Manaus já foi condenado após ser acusado de envolvimento com quadrilha
As alegações apontavam seu envolvimento com o grupo criminoso associado ao ex-deputado Wallace Souza.
- O promotor Walber Luís do Nascimento gerou polêmica ao comparar publicamente a advogada Catarina Estrella a uma cadela durante uma sessão de julgamento, causando reação imediata da advogada.
- Walber já havia sido condenado em 2010 por corrupção passiva e perda do cargo público, envolvendo-se com uma quadrilha liderada pelo ex-deputado Wallace Souza.
- Em 2009, ele foi acusado de receber um carro de presente de um condenado por tráfico de drogas, e sua pena de prisão foi convertida em prestação de serviços comunitários ou doação de cestas básicas.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Mais uma polêmica envolvendo o promotor de Justiça Walber Luís do Nascimento repercutiu nesta quarta-feira (13) nas redes sociais após ele comparar a advogada criminalista Catarina Estrella, durante a réplica de argumentação, a uma cadela. O magistrado já foi condenado, em 2010, acusado de envolvimento com quadrilha.
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Em vídeo do momento, é possível ver que Walber Luís do Nascimento fez a comparação, referindo-se à advogada como uma cadela. Em resposta, Catarina Estrella pediu pela ordem durante a sessão de julgamento.
“Compará-la, Vossa Excelência, a uma cadela, de fato é muito ofensivo, mas não a Vossa Excelência, à cadela“, disse o magistrado.
Condenação
Em setembro de 2010, quando atuava no Tribunal do Júri de Manaus, o promotor Walber Nascimento foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas por crime de corrupção passiva e perda do cargo público.
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Em junho de 2009, o magistrado foi afastado do cargo pelo Conselho Superior do Ministério Público do Amazonas sob acusação de ganhar de presente um carro New Beetle, no valor de R$ 50 mil, de Flávio Coelho de Souza, também condenado e acusado por tráfico de drogas. Ele nega a acusação.
Eles foram acusado, por uma força-tarefa montada pela promotoria, de envolvimento na quadrilha liderada pelo ex-deputado Wallace Souza, já falecido, que apresentava um programa de TV e era investigado por encomendar mortes de rivais.
Walber e Flávio foram condenados a dois anos e três meses de prisão. Porém, as penas foram convertidas em alternativa –prestação de serviços a comunidade ou fornecimento de cestas básicas a instituições filantrópicas.
Redação AM POST*
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