Seas explica como funciona atendimento do Auxílio Estadual nos PACs do Amazonas
Postos do Auxílio Estadual nos PACs atendem beneficiários que perderam visita domiciliar.

Foto: Divulgação/Seas
Novos postos de atendimento do programa de Auxílio Estadual foram abertos pelo Governo do Amazonas nesta semana. Eles estão localizados nas unidades do Pronto Atendimento ao Cidadão (PACs) e foram criados para apoiar a equipe técnica responsável pelas visitas domiciliares de monitoramento social das famílias beneficiárias, que começaram em agosto. Os postos estão abertos das 8h às 17h, tanto em Manaus quanto no interior do estado.
Os locais de atendimento não requerem agendamento prévio e são destinados especificamente aos beneficiários que não estavam em casa durante a visita domiciliar do projeto Psico+Social, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas). Por isso, os técnicos recomendam que esses beneficiários procurem um dos postos de atendimento nos PACs.
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Além disso, os locais de atendimento são a referência para os beneficiários que precisam esclarecer dúvidas sobre a solicitação da segunda via do cartão, a troca de senha, o saldo disponível na conta, o desbloqueio do cartão, a atualização do número de telefone de contato ou do endereço.
A Seas ressalta que não é feito nenhum cadastro ou recadastro de novos beneficiários. Está sendo realizado apenas monitoramento das famílias que já são contempladas pelo programa Auxílio Estadual Permanente.
Vistas domiciliares
As visitas para fiscalização social, que começaram em agosto deste ano, estão em pleno andamento e vão continuar. O acompanhamento está sendo realizado pela equipe do Projeto Psico+Social, devidamente vestidos e identificados.
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Segundo a Seas, o objetivo do atendimento socioassistencial e psicopedagógico é acompanhar as famílias que vivem em situação de extrema pobreza e precisam de atendimento humanizado, além de identificar as necessidades e demandas de serviços públicos para os beneficiários do Auxílio Estadual.
Vestido adequadamente, o profissional responsável pelo acompanhamento vai até a residência e pede permissão para entrar e fazer registros fotográficos.
Em seguida, o profissional conversará com o beneficiário e aplica um questionário sobre a composição dos moradores do domicílio, data de nascimento, o sexo, a alfabetização e a cor ou raça dos moradores. O questionário também abrange perguntas sobre saúde e educação.
Todas as informações são confidenciais e protegidas por sigilo.

Foto: Divulgação/Seas
Redação AM POST
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