Presidente do TJDAM rebate acusação que gerou seu afastamento do cargo em Manaus
Edson Rosas Junior, foi afastado do cargo por supostamente receber valores – em sua conta pessoal.
Manaus/AM- O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Amazonas (TJD-AM), Edson Rosas Júnior, realizou uma coletiva de imprensa neste sábado (23) para rebater as acusações que geraram seu afastamento do cargo por 30 dias, juntamente com a secretária do tribunal, Larissa Ponce Guimarães, após serem alvos de uma representação Ético Disciplinar do presidente da Federação Amazonense de Futebol (FAF), Ednailson Rozenha, acusando-os de terem praticado apropriação indébita de recursos do TJD.
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Segundo decisão do Auditor Corregedor Geral do Tribunal Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Felipe Bevilacqua, a representação nº 296/2023 se funda “em recebimento de valores oriundos de condenações suspeitas e em valores vultosos aplicados pelo TJD-AM nas contas pessoais dos representados (Edson Rosas e a secretária), através de PIX, conforme farta documentação. Diz ainda que há diálogos via whatsapp com flagrante de indícios d utilização dos cargos para chantagear filiados”.

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Edson disse em coletiva que nada foi feito sem o conhecimento dos auditores que decidiram que as custas fossem pagas na secretaria.
“A decisão do recolhimento das custas serem feitos no TJD não foi arbitrário, não fui eu que cheguei e disse assim: ‘tem que pagar aqui no TJD’. Tenho total consciência de que as custas deveriam ser pagas numa conta da federação mas tenho total consciência também de que na legislação diz que a obrigação de manter o custeio do tribunal é da FAF e ela não o faz. O Pleno do Tribunal de Justiça, decidiu que as custas deveriam ser pagas na secretaria do tribunal. Nada foi feito escondido ou para benefício de quem quer que seja“, disse.
O advogado Carlos Henrique de Souza, que faz a defesa de Edson, também esteve na coletiva e explicou a situação.
“Como é o modus operandi da acusação? Pega um ato legítimo que é facilmente rastreavel tanto da entrada do recurso quanto do seu destino e diz que aquilo foi uma apropriação indevida. Com a relação a Larissa, se ela recebeu o salário diretamente da FAF e depois ficou com o dinheiro das multas para ela ai seria uma apropriação indevida, agora se ela não recebeu salário da FAF e aproveitou por ordem desse tribunal pegue essa multa e seja o seu salário”, explicou.
Redação AM POST*
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