Médicos assassinados: Dino fala em ‘execução’ e aciona PF para acompanhar investigações
Os médicos vitimados tinham formação e atuação relacionadas a São Paulo.
- Foto: Reprodução
O ministro da Justiça, Flávio Dino, descreveu o assassinato de três médicos em um quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, como uma “execução”. Ele também levantou a “hipótese” de uma possível relação do caso com a atuação de dois parlamentares federais, o que o levou a acionar a Polícia Federal para acompanhar as investigações. Dino afirmou que, após as providências iniciais, serão avaliados os aspectos legais do caso.
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As vítimas, Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida e Diego Ralf de Souza Bomfim, foram mortas na madrugada por indivíduos que desceram de um veículo e efetuaram vários disparos contra elas. As imagens do ataque sugerem características de uma execução, já que nenhum assalto foi anunciado. Diego era irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP), casada com o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ).
Flávio Dino também relatou ter conversado com o governador Cláudio Castro e informou que a Polícia Civil já está conduzindo diligências investigatórias, com a Polícia Federal também envolvida na apuração. O Secretário Executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, seguirá para o Rio e se reunirá com a direção da Polícia Federal e o governo estadual. Dino anunciou sua ida à Bahia para reforçar ações naquela região e expressou solidariedade às famílias das vítimas.
Os médicos vitimados tinham formação e atuação relacionadas a São Paulo. A Secretaria da Segurança de São Paulo enviou uma equipe do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa para auxiliar nas investigações e expressou solidariedade às famílias das vítimas.

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