‘Todo membro do Hamas é um homem morto’, diz Netanyahu; Israel reúne tropas perto de Gaza
De acordo com o Exército israelense, mais de 1.200 pessoas morreram em Israel
- Foto: Divulgação
O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, fez um discurso inflamado na noite de quarta-feira (11/10), prometendo “esmagar e destruir” o Hamas, marcando seu primeiro pronunciamento desde a formação de um governo de unidade com Benny Gantz, líder da oposição, no início do dia.
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Netanyahu afirmou: “Todo membro do Hamas é um homem morto”, acrescentando que a ofensiva contra o grupo terrorista islâmico seria implacável.
No entanto, em uma parte posterior do discurso, Netanyahu adotou um tom mais otimista, destacando a unidade do povo israelense e mencionando o apoio internacional que recebeu, incluindo sua comunicação contínua com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.
O primeiro-ministro comparou o Hamas ao Estado Islâmico e expressou sua determinação em destruí-los, assim como o mundo fez com o EI. No entanto, ele não forneceu provas para suas alegações.
A formação do “governo de emergência” e do “gabinete de guerra” foi anunciada após um ataque terrorista lançado pelo Hamas contra Israel a partir da Faixa de Gaza, desencadeando uma escalada de violência. A ofensiva incluiu ataques terrestres, marítimos e aéreos, resultando em um grande número de vítimas.
De acordo com o Exército israelense, mais de 1.200 pessoas morreram em Israel, incluindo 169 soldados, além de centenas de civis mortos por terroristas em áreas como cooperativas agrícolas e um festival musical.
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O conflito também levou ao deslocamento de centenas de milhares de palestinos em Gaza, enquanto muitos permanecem desaparecidos ou detidos pelo Hamas. O grupo terrorista ameaçou executar reféns se os ataques a Gaza continuarem sem aviso prévio.
A comunidade internacional está preocupada com a escalada da violência na região e busca soluções para encerrar o conflito. O presidente russo, Vladimir Putin, pediu negociações entre Israel e os palestinos e alertou contra a propagação do conflito. Os Estados Unidos também ofereceram apoio a Israel, com um segundo porta-aviões disponível em caso de necessidade.
O conflito em curso está causando grande preocupação, uma vez que ameaça se espalhar por toda a região, com relatos de confrontos também na Cisjordânia ocupada e na fronteira norte de Israel com o Líbano. A busca de uma solução pacífica é urgente para impedir um agravamento da situação.

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