No sexto dia de confrontos entre Israel e Hamas, mortos já superam 2.400 pessoas
Os Estados Unidos, aliado tradicional de Israel, apoiaram seu direito à autodefesa, mas também pediram a Israel que operasse de acordo com as “regras da guerra” para proteger os civis palestinos.
- Foto: Divulgação
O conflito entre Israel e Gaza continua a se intensificar no sexto dia de violentos combates, com um saldo alarmante de vítimas e destruição. O Hamas lançou um ataque terrorista sem precedentes no sábado, resultando em uma resposta militar agressiva de Israel.
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Durante essa escalada, Israel concentrou-se na proteção de sua população e no combate aos ataques do Hamas, que incluíram a morte de milhares de israelenses, a maioria civis, e a tomada de cerca de 150 reféns.
O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, em um discurso à nação, prometeu “esmagar e destruir” o Hamas, comparando o grupo com o Estado Islâmico. Ele afirmou que “todo membro do Hamas é um homem morto” e que o objetivo é eliminar a ameaça representada pelo grupo terrorista.
Os Estados Unidos, aliado tradicional de Israel, apoiaram seu direito à autodefesa, mas também pediram a Israel que operasse de acordo com as “regras da guerra” para proteger os civis palestinos.
A situação tem gerado crescente preocupação internacional, com o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, pedindo a libertação de todos os reféns e o levantamento do cerco em Gaza para proteger os civis.

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As Nações Unidas e alguns membros da comunidade internacional também apelaram para o estabelecimento de um corredor humanitário para permitir que os palestinos escapem de possíveis operações terrestres israelenses, evitando combates urbanos.
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A população de Gaza enfrenta uma crise humanitária à medida que os suprimentos de água, comida e energia são cortados devido ao cerco israelense.
Israel continua a mobilizar tropas, tanques e equipamento pesado nas áreas desérticas do sul em torno de Gaza, preparando-se para uma possível invasão terrestre do território controlado pelo Hamas.
A ameaça do grupo Hezbollah, no Líbano, adiciona outra dimensão ao conflito, com Israel concentrando tanques na fronteira norte e os Estados Unidos enviando um grupo de batalha de porta-aviões para a região como um gesto de apoio.

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