Ataque aéreo israelense mata importante líder do Hamas enquanto crise humanitária aumenta
A IDF informou que o serviço militar israelense também eliminou outros membros do Hamas e da Jihad Islâmica Palestina.

Foto: Reprodução/X/Times of Gaza
Guerra em Israel – Ataques aéreos de Israel no sul de Gaza mataram Billal Al Kedra, comandante do Hamas que liderou o massacre do Kibutz Nirim, no fim de semana passado, segundo informações divulgadas neste domingo pelas Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), reportadas pelo The Wall Street Journal. Uma invasão terrestre de Israel a Gaza é iminente. Há pouco, a IDF informou, segundo a CNN, que está aumentando a “prontidão operacional” para os próximos estágios da guerra.
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A IDF informou que o serviço militar israelense também eliminou outros membros do Hamas e da Jihad Islâmica Palestina, diminuindo sua capacidade de operação ao atacar centros de comando, instalações militares e pontos de lançamento de mísseis.

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Durante a madrugada, as forças israelenses informaram aos residentes do norte de Gaza que teriam um período de três horas, estipulado para terminar às 13h (horário local, 7h pelo horário de Brasília), durante o qual não seriam realizadas operações militares ao longo da principal via de acesso ao sul da Faixa de Gaza.
“Sua segurança e a de suas famílias são importantes. Por favor, sigam nossas instruções e vão para o sul. Tenham certeza, os líderes do Hamas já garantiram a segurança deles e de suas famílias”, escreveu a IDF no X (ex-Twitter).
Crise Humanitária
A ONU relatou que há escassez de água potável e de combustível para os hospitais em Gaza, o que representa um risco para a vida das pessoas na região, devido à possibilidade de doenças transmitidas por água contaminada ou à falta de energia nos hospitais. De acordo com a ONU, nesta noite de sábado, mais de dois milhões de pessoas em Gaza foram obrigadas a consumir água suja, após as estações de tratamento ficarem sem combustível.
O escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários, outra agência da ONU, estima que os hospitais em Gaza tenham combustível suficiente para operar geradores de reserva por cerca de 48 horas. “O desligamento dos geradores colocaria a vida de milhares de pacientes em risco imediato”, afirmou.
Estadão Conteúdo

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