Seca histórica deixa produtos mais caros nas feiras de Manaus
Preço das hortaliças acaba sendo um dos mais afetados.
- Foto: Divulgação
Notícias do Amazonas – Nesta segunda-feira, 16/10, o rio Negro atingiu a cota de 13,59 metros, a menor já registrada na história, em 126 anos de leitura pelo porto de Manaus. A seca histórica que atinge o Amazonas deixou os produtos mais caros nas feiras de Manaus. O preço das hortaliças acaba sendo um dos mais afetados.
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A estiagem severa associada a questões climáticas já tem gerado falta de produtos regionais nas prateleiras para os consumidores locais e os produtos que vem de fora do estado tem um preço caro. A seca gerou dificuldade na navegação de barcos.
De acordo com o presidente do sindicato dos feirantes e da Manaus Moderna, David Lima da Silva, além da estiagem o forte verão amazônico também tem atrapalhado os produtores rurais.
“Hoje o que está faltando são os nossos produtos regionais, por questões climáticas, o forte verão vem dificultado para que os produtores, por exemplo, da Várzea consigam fazer sua produção. Cheiro verde, cebolinha, alface todos estão com sobre preço e faltando”, disse ele em entrevista a uma emissora local.
Segundo David Silva produtos que vem de fora do Amazonas tem sofrido atrasos. Por exemplo, o que era para chegar em 10 dias está chegando em quase 30.
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Ele também destaca que o retorno das chuvas no Amazonas vai afetar a BR-319, rodovia conhecida pela péssima qualidade, que vira atoleiro em período chuvoso.
“Se essa seca continuar e o clima continuar seco vai elevar o preço dos produtos. Pimenta de cheiro que geralmente custa no máximo R$10 já está R$30 o kg, pimentão nem se fala”, declarou.
Redação AM POST*
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