Exército identifica militares suspeitos de furtarem metralhadoras do Arsenal de Guerra
Uma investigação sobre o caso está em curso desde que foram notadas a ausência de 13 metralhadoras de calibre .50 e 8 de calibre 7,62.

Foto: Futura Press/Folhapress
O Exército identificou militares suspeitos de ligação com o furto de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra, em Barueri, na Grande São Paulo. Uma investigação sobre o caso está em curso desde o dia 10 de setembro, quando foi notada a ausência de 13 metralhadoras de calibre .50 e 8 de calibre 7,62. Quase 500 pessoas precisaram permanecer no quartel por quase uma semana enquanto as investigações iniciais eram realizadas.
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Além de militares suspeitos de ligação direta com o furto, o Exército já começou a notificar militares suspeitos de prática de infrações disciplinares diante da suposta falha no exercício devido quanto à vigilância e controle do armamento. As pessoas notificadas têm 48 horas para apresentar uma defesa.
O Comando Militar do Sudeste agendou uma coletiva de imprensa para as 18h desta quinta-feira (19) para discutir o progresso das investigações.
Na terça-feira, 17, 320 dos 480 militares aquartelados na unidade foram liberados do local. Outros 160 permaneceram para dar continuidade à rotina de tarefas do quartel ou por ainda interessarem ao andamento da investigação.
Estadão Conteúdo

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