Após pintura em gravuras rupestres de Manaus, Iphan aciona órgãos de segurança para fiscalização
As imagens foram publicadas nas redes sociais e apagadas após questionamentos de internautas.

Foto: Divulgação
Notícias de Manaus – Após artista plástico e historiador Otoni Mesquita pigmentar gravuras rupestres que reapareceram no sítio arqueológico das Lajes, às margens do Rio Negro, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) diz que procurou os órgãos competentes para evitar possíveis danos aos bens arqueológicos.
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As imagens foram publicadas nas redes sociais e apagadas após questionamentos de internautas.
O Iphan afirma que acionou a Polícia Federal, o Batalhão de Polícia Ambiental e a Secretaria Municipal de Segurança Pública, para realizar as fiscalizações e impedir qualquer dano ao Patrimônio Cultural brasileiro.
Leia a nota completa:
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) informa que vem realizando fiscalizações regularmente na área do sítio arqueológico Ponta das Lajes, com apoio do Instituto Soka Amazônia, em Manaus (AM). O Iphan procurou os órgãos competentes para evitar possíveis danos aos bens arqueológicos, especialmente a Polícia Federal, o Batalhão de Polícia Ambiental e a Secretaria Municipal de Segurança Pública. Esta, por sua vez, deverá realizar patrulhas de modo a impedir qualquer dano ao Patrimônio Cultural brasileiro.
Outras providências estão sendo organizadas em um Plano Emergencial devido à estiagem, incluindo a instalação de um grupo de trabalho para gestão compartilhada do sítio, envolvendo diversos órgãos.
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Importante destacar que todos os bens arqueológicos pertencem à União, sendo que a legislação veda qualquer tipo de aproveitamento econômico de artefatos arqueológicos, assim como sua destruição e mutilação. Além disso, para realização de pesquisas de campo e escavações, é preciso o envio prévio de projeto arqueológico ao Iphan, que avaliará e, só então, editará portaria de autorização. Assim, qualquer pesquisa interventiva realizada sem autorização do Iphan é ilegal e passível de punição nos temos da lei.
Atualmente, está em execução um Plano de Ação cujo objetivo é pesquisar e cadastrar sítios arqueológicos no estado do Amazonas. Com isso, pretende-se produzir conhecimento sobre o Patrimônio Arqueológico da região amazônica, promovendo, ao mesmo tempo, ações educativas que, também, são uma forma de prevenir futuros prejuízos a esses bens.
*Redação AM POST
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