Guerra entrou no segundo estágio com operação terrestre de Israel em Gaza, diz Netanyahu
O objetivo principal é destruir as capacidades do Hamas e garantir a segurança dos cidadãos israelenses.
- Foto: Reuters
Guerra em Israel – O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou no sábado, dia 28, que o Exército israelense havia entrado na Faixa de Gaza para atacar as forças do grupo terrorista Hamas. Segundo Netanyahu, essa ação faz parte do “segundo estágio da Guerra”. O objetivo principal é destruir as capacidades do Hamas e garantir a segurança dos cidadãos israelenses.
PUBLICIDADE
De acordo com o primeiro-ministro, a causa de Israel é muito clara: proteger seus cidadãos e destruir o poderio do Hamas. Netanyahu ressaltou que a decisão de operar em solo em Gaza foi tomada para garantir a efetividade da missão.
Netanyahu expressou sua indignação com as acusações de crimes contra a humanidade feitas contra Israel e as classificou como hipócritas. Segundo ele, Israel tem orientado a população civil de Gaza a buscar áreas seguras, mas o Hamas usa essas pessoas como escudos humanos, colocando-as em risco de morte.

Veja mais matérias sobre a guerra em Israel
O primeiro-ministro afirmou ter conversado com as famílias dos mais de 200 reféns que estão sob o domínio do Hamas e prometeu que tudo será feito para garantir o retorno seguro dessas pessoas aos seus entes queridos. Ele também garantiu que as negociações para libertar os reféns continuarão, mesmo durante a ofensiva militar.
Durante seu pronunciamento, Netanyahu traçou um paralelo entre a guerra em Gaza e a guerra árabe-israelense ocorrida entre 1947 e 1949, quando Israel declarou sua independência. Ele ressaltou a longa e difícil jornada pela frente, comparando-a com o passado histórico de Israel.
O Exército israelense entrou em Gaza para combater as forças do Hamas, em uma ação que faz parte do segundo estágio da Guerra. Netanyahu ressaltou a clareza da causa de Israel, que busca destruir as capacidades do Hamas e garantir a segurança dos cidadãos. Ele denunciou o uso de civis como escudos humanos pelo Hamas e se comprometeu a libertar os reféns e continuar com as negociações. Por fim, o primeiro-ministro comparou o conflito atual com a guerra árabe-israelense anterior, enfatizando a longa e desafiadora jornada pela frente.
Redação AM POST*
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






