Grupo Marquise se nega a dar explicações sobre novo lixão e é cobrada na CMM: ‘Temos o dever de fiscalizar’
Segundo vereador, a empresa marca e desmarca visita a Casa Legislativa.
- Ilustração: Lídia Silva – Fotos: Reprodução
Notícias de Manaus– O Grupo Marquise Ambiental foi cobrado em sessão desta quarta-feira (1º/11) na Câmara Municipal de Manaus (CMM) a prestar esclarecimentos sobre o aterro sanitário fomentado pela empresa, no km 13 da BR-174 (Manaus-Boa Vista/RR), próximo ao Igarapé Leão e ao Rio Tarumã-Açu.
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De acordo com o vereador Lissandro Breval (Avante) a empresa empresa se nega a dar explicações sobre novo lixão.
“Temos um crime ambiental em andamento e a Marquise marcando e desmarcando com essa Casa, se negando a dar explicações. Não somos moleques. Temos o dever de fiscalizar e saber o que está sendo feito ali na área do igarapé do Leão”, disse Breval.
“Eu estive lá, conversei com moradores. A área já está toldada, com lama e barro, devido às movimentações de terra. Isso é absurdo. Essa empresa precisa ser convocada aqui para dar explicações sobre isso”, completou.
A convocação da empresa foi proposta pelo vereador Sassá da Construção Civil, no início do mês de outubro, e tem o objetivo de esclarecer questões importantes relacionadas aos impactos sociais e ambientais do empreendimento à cidade de Manaus. A necessidade de verificar a adequabilidade do uso da área para instalação do aterro sanitário, os riscos da atração de urubus e do chorume ao lençol freático são pontos chave da discussão.
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Lissandro Breval também disse que cobrou respostas da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp) sobre o que tem sido feito para que em dezembro deste ano seja desativado o aterro sanitário, determinação do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), e também disse
“Dei entrada em um requerimento em setembro deste ano e até agora não obtive resposta da Semulsp sobre como será resolvida a questão do aterro municipal. Todos nós sabemos que existe uma ordem judicial e que o atual lixão precisa ser desativado em dezembro deste ano. Tivemos uma reunião aqui com o subsecretário e até agora nada foi dito, nem planejamento, nem providências. Isso é preocupante demais”, considerou Breval.
Redação AM POST*
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