Equipes de resgate trabalham para encontrar sobreviventes em terremoto no Nepal, com 137 mortos
O tremor atingiu a região de Jajarkot, no oeste da nação himalaia.

Foto: ANP
Equipes de resgate no Nepal começaram a cavar os destroços de casas desabadas com as próprias mãos neste sábado, procurando sobreviventes após o pior terremoto do país em oito anos matar 137 pessoas e fazer até prédios de Nova Délhi tremerem. As informações são do site Terra.
PUBLICIDADE
O tremor atingiu a região de Jajarkot, no oeste da nação himalaia, às 11h47, horário local, na última sexta-feira, com magnitude 6.4 disse o Centro Sismológico Nacional do Nepal. O Centro de Pesquisa de Geociência da Alemanha o mediu em 5.7, e a Pesquisa Geológica dos EUA, em 5.6.
As autoridades temem que a quantidade de mortos possa crescer porque os primeiros socorristas chegaram à região montanhosa perto do epicentro, a cerca de 500 kms ao oeste da capital Kathmandu, apenas na manhã de sábado e começaram a procurar sobreviventes.
“O número de feridos pode estar nas centenas e as mortes podem subir também”, disse a autoridade distrital de Jajarkot, Harish Chandra Sharma, à Reuters por telefone.
Embora a magnitude do terremoto não seja severa, os danos e a quantidade de mortos provavelmente será alta pela baixa qualidade das construções na região e por ter atingido o local enquanto as pessoas dormiam, dizem autoridades.
PUBLICIDADE
O trabalho de resgate deve ser devagar, com equipes de emergência precisando, primeiro, liberar estradas bloqueadas pelo deslizamento de terra em muitos locais, disseram, acrescentando que helicópteros e pequenos aviões foram orientados a ficar em prontidão para ajudar na operação.
*Com informações do site Terra
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





