Assista: “Tribunal tem que ser célere e dinâmico”, diz presidente do TCE-AM no Cara a Cara com Cileide Moussalem
Presidente defendeu celeridade dos processos do TCE para colocá-los em dia.
- Foto: Reprodução
Notícias do Amazonas – A presidente do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), conselheira Yara Lins dos Santos, de 66 anos, foi entrevistada nesta quarta-feira (20) no programa Cara a Cara com Cileide Moussalem e falou sobre sua nova gestão.
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Yara foi empossada no cargo de presidente do TCE-AM no dia 1º de dezembro deste ano. Essa é a segunda vez que ela assume a presidência do tribunal, tendo sido a primeira mulher a ocupar esse cargo em 2017. Para a nova gestão ela defendeu celeridade e transparência nos processos.
“A minha meta é continuar a celeridade dos processos para colocá-los em dia. Para que o gestor tenha tranquilidade de se defender dentro do prazo, menos de cinco anos, para que não seja prescrita a sua punição. Isso faz com que o tribunal tenha credibilidade e a responsabilidade de não dar causa a prescrição desses processos. O tribunal tem que ser célere e dinâmico para que nós possamos julgas as contas dentro do prazo legal”, disse.
Na 45ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno, última do ano de 2023, conduzida pela conselheira-presidente Yara Amazônia Lins teve ao todo 56 processos apreciados.
“Eu preciso terminar com a tramitação dos processos antigos no tribunal, fazer com que a tele auditoria seja conhecida em todos os nossos municípios para que eles tenham confiança de que isso faz realmente diferença na prestação de contas de todos os gestores públicos. Eu quero se faça justiça as pessoas que tem assédio moral e são violentadas no meu estado. Eu faço questão que isso seja uma marca dessa administração porque foi assim que começou essa minha gestão, infelizmente”, pontou a magistrada como as suas metas para 2024.
A conselheira Yara Lins enfatizou a importância de ouvir as mulheres que precisam de apoio. “Além da celeridade e transparência nós vamos criar a ouvidoria da mulher para que toda mulher tenha voz e saiba que vai ser defendida no Tribunal de Contas”, destacou.
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A magistrada também falou da relação com os funcionários do TCE-AM e disse que está aberta a ouvi-los porque ela também já esteve do outro lado.
“Eu fui servidora, passei tudo isso que eles estão passando e queria também ser compreendida com eu compreendo os servidores. Para que eles tenham voz. Muitas vezes eles não tem falar com o presidente do tribunal e muitos deles conheceram a presidência da última vez que estive lá”
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